Pais e mães se emocionam com conquistas dos filhos nos Jogos Estudantis

Os Jogos Estudantis de Alagoas (Jeal), encerrados no último dia 5, ficarão na memória de muitos estudantes pela emoção das disputas, vibração das torcidas, descoberta de novas amizades e fortalecimento dos laços efetivos entre os atletas e seus treinadores. O Jeal também será uma boa lembrança para muitos pais e mães que prestigiaram, torceram e vibraram com cada conquista de seus filhos durante a competição.

Foi o caso do técnico de informática Carlos Henrique Gomes, que não tirou os olhos da filha Hemily Lopes durante a disputa do judô. Aos 13 anos, a menina, aluna da Escola Municipal Heckel Tavares, de Satuba, conquistou seu segundo ouro na categoria Super Ligeiro infantil e vai compor a equipe alagoana nos Jogos Escolares da Juventude, em João Pessoa.

 

Carlos Henrique conta que a filha começou aos dez anos no judô influenciada pelos tios. “Cheguei a matriculá-la no ballet, mas ela não gostou, disse que era muito delicado”, diverte-se. Orgulhoso, ele também destaca o bom desempenho escolar da menina. “Ela é muito inteligente, com aproveitamento de 98% na escola”, relata.

Igualmente “coruja”, Ana Rita Araujo vibrou com as medalhas da filha Milena Araujo Alves, da Escola Estadual José da Silveira Camerino, na natação: a garota foi prata nos 100 m peito infantil e, ao lado das companheiras de escola, venceu o revezamento 4×50 m infantil.

“Acompanho todos os treinos e competições e vibro muito com as conquistas de toda a equipe de natação do Cepa, pois  sei o quanto estes eles são dedicados. O apoio dado pelos professores Sérgio e Luciano também é um diferencial”, afirma.

Pais e mães também se fizeram presentes na disputa paralímpica do Jeal. Roberta dos Santos não perdeu um lance da disputa da bocha, onde seu filho Anderson dos Santos Freitas se sagrou campeão pela segunda vez.

 

No entanto, para Roberta, maior do que a vitória no esporte, é a alegria de perceber a evolução cognitiva do filho de 16 anos, aluno da Escola Estadual Manoel Simplício, no Jacintinho. “Desde que ele começou a competir, passou a ter noção de responsabilidade, de que tem que acordar cedo para treinar, de que existem regras. Tudo isso me deixa muito feliz”, revela Roberta, que deve acompanhar o filho na disputa dos Jogos Paralímpicos em São Paulo, no mês de novembro.

Por: Agência Alagoas

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *