Mais de seis meses após apresentação de esquema de corrupção em Traipu, nenhum suspeito foi indiciado

Pouco mais de seis meses depois da ultima ida da Polícia Federal ao município de Traipu-AL, a população aguarda o desfecho da história de fraudes que expôs na operação “Brotherhood” esquema criminoso que desviou mais de R$ 12 milhões de merenda escolar.

Na ocasião, a população ficou admirada com as declarações de que toda operação teria se iniciado diante de fraudes em licitações no município de Traipu.

A supracitada operação foi deflagrada pela PF em parceria com o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle (MTFC), antiga Controladoria-Geral da União (CGU) no mês Junho de 2016.




Além de Traipu, a polícia investiga fraudes em Tanque D´Arca, Girau do Ponciano, Ibateguara e Roteiro. As buscas, entretanto, se estenderam a outros municípios, Arapiraca, Cajueiro, Penedo e Maceió.

Servidores do município de Traipu chegaram a ser conduzidos coercitivamente, e diante de outras denúncias realizadas nas esferas federais, esperava-se que outras pessoas também fossem pelo menos ouvidas.

Várias denúncias foram apresentadas ao público, através de veículos de comunicação, por vereadores da época, fato que deixou as pessoas que residem no local, apreensivas e esperando o posicionamento dos órgãos competentes na apuração das referidas denúncias, no entanto, não passou de meras informações apresentadas aos veículos de comunicação.

Até agora, nenhum suspeito foi indiciado no que se refere as denúncias de desvio de recursos públicos da merenda escolar. Enquanto vemos uma Polícia e Ministério Público Federal, atuantes, indiciando muito políticos acusados de corrupção na esfera nacional, nas pequenas cidades, principalmente do estado de Alagoas, não é visto o mesmo rigor.

Por: Traipu Notícia

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